sexta-feira, 15 de agosto de 2014

cuidado com o vírus

Mantenha SEMPRE um antivírus atualizado: Essa é a medida fundamental para preservar seu computador dessas pragas. De nada adianta ter um anti-vírus e mantê-lo desatualizado. Adquira o hábito de atualizá-lo pelo menos uma vez por semana, e sua chance de se dar mal por conta de um vírus será reduzida a quase nada. Você pode baixar programas anti-vírus a partir de vários sites na Internet. Alguns dos
Anti vírus mais utilizados são: AVG, McAfee, Norton.
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Cuidado com aquivos anexados no e-mail: Não abra arquivos anexos do tipo .EXE, .BAT, .VBS, .DOC, .ZIP, .JPG e .PIF que venham em e-mails com assunto em inglês e algumas vezes em português e informações suspeitas no corpo da mensagem. Ou melhor, apague essas mensagens de vez!

Instale programas de firewall: Você está contente, né? Sua casa tem conexão de alta velocidade à internet e todos os sites se abrem num estalo de dedos. Isso é muito bom, mas há uma ameaça pouco divulgada. Tanto as redes de cable modem como as de ADSL compartilham um canal de comunicação entre a sua vizinhança e o provedor de acesso. Segundo os especialistas, esse esquema pode facilitar as invasões de hackers.

Não acredite em tudo que lê: "Ei, você quer ver a foto da Britney Spears sem roupa?" Você nem acabou de responder "Sim!", recebe um arquivo com nome esquisito pelo ICQ ou MSN e tem uma desagradável surpresa ao abri-lo. Um disco rígido totalmente apagado.


Cuidado com documentos utilizados em máquinas de terceiros: Os vírus de macro são uma ameaça razoável. As macros são comandos feitos para automatizar tarefas, como imprimir todas as páginas de um documento ou formatar os títulos com uma fonte diferente. O popular Microsoft Office, que inclui o Word e o Excel, contém um poderoso sistema de macros - tão poderoso que os programadores engraçadinhos deitaram e rolaram.

Antivírus

Os antivírus são programas de computador concebidos para prevenir, detectar e eliminar vírus de computador.
Existe uma grande variedade de produtos com esse intuito no mercado, sendo recomendado utilizar apenas um antivírus gratuito ou apenas um pago. A diferença está nas camadas a mais de proteção que a versão paga oferece, além do suporte técnico realizado pela equipe especializada.

Entre os antivírus gratuitos mais conhecidos estão: AVG, Avast, Avira e Microsoft Security Essentials.

Spyware

Spyware consiste em um programa automático de computador, que recolhe informações sobre o usuário, sobre os seus costumes na Internet e transmite essa informação a uma entidade externa na Internet, sem o conhecimento e consentimento do usuário.
Diferem dos cavalos de Tróia por não terem como objetivo que o sistema do usuário seja dominado, seja manipulado, por uma entidade externa, por um cracker.
Os spywares podem ser desenvolvidos por firmas comerciais, que desejam monitorar o hábito dos usuários para avaliar seus costumes e vender este dados pela internet. Desta forma, estas firmas costumam produzir inúmeras variantes de seus programas-espiões, aperfeiçoando-o, dificultando em muito a sua remoção.
Por outro lado, muitos vírus transportam spywares, que visam roubar certos dados confidenciais dos usuários. Roubam dados bancários, montam e enviam registros das atividades do usuário, roubam determinados arquivos ou outros documentos pessoais.
Com frequência, os spywares costumavam vir legalmente embutidos em algum programa que fosse shareware ou freeware. Sua remoção era por vezes, feita quando da compra do software ou de uma versão mais completa e paga.
Traduzindo ao pé da letra, Spyware significa "aplicativo ou programa espião".

Screenlogger

Tipo de trojan que grava as páginas que o usuário visita e a área em volta do clique do mouse e as envia pela Internet. Por isso são chamados de screenloggers (a palavra screen, em inglês, refere-se à tela do computador). Com isso, o screenlogger permite que um intruso roube senhas e outras informações privadas. Geralmente instala-se no sistema de modo furtivo e sua ação não é percebida pelo dono do computador atacado.

Rootkit

Rootkit é um tipo de software, muitas das vezes malicioso, projetado para esconder a existência de certos processos ou programas de métodos normais de detecção e permitir contínuo acesso privilegiado a um computador.

Quando algum sistema operacional efetua um pedido de leitura de um arquivo, o rootkit intercepta os dados que são requisitados e faz uma filtragem dessa informação, deixando o sistema ler apenas arquivos não infectado. Desta forma, o antivírus ou qualquer outra ferramenta ficam impossibilitados de encontrar o arquivo malicioso. 

Phishing

Em computação, phishing, termo oriundo do inglês (fishing) que quer dizer pesca, é uma forma de fraude eletrônica, caracterizada por tentativas de adquirir dados pessoais de diversos tipos; senhas, dados financeiros como número de cartões de crédito e outros dados pessoais. O ato consiste em um fraudador se fazer passar por uma pessoa ou empresa confiável enviando uma comunicação eletrônica oficial. Isto ocorre de várias maneiras, principalmente por email, mensagem instantânea, SMS, dentre outros. Como o nome propõe (Phishing), é uma tentativa de um fraudador tentar "pescar" informações pessoais de usuários desavisados ou inexperientes.

Malware

O termo "malware" é proveniente do inglês "malicious software" ("softwaremalicioso"); é um software destinado a infiltrar-se em um sistema de computadoralheio de forma ilícita, com o intuito de causar alguns danos, alterações ou roubo de informações (confidenciais ou não). Vírus de computador, worms, trojans(cavalos de troia) e spywares são considerados malwares. Também pode ser considerada malware uma aplicação legal que, por uma falha de programação (intencional ou não) execute funções que se enquadrem na definição supra citada.

Keylogger

Key logger é um programa de computador do tipo spyware cuja finalidade é registrar tudo o que é digitado, quase sempre a fim de capturar senhas, números de cartão de crédito e afins. Muitos casos de phishing, assim como outros tipos de fraudes virtuais, se baseiam no uso de algum tipo de keylogger, instalado no computador sem o conhecimento da vítima, que captura dados sensíveis e os envia a um cracker que depois os utiliza para fraudes.


Keylogger Tipo Hardware
Existem softwares apropriados para se defender deste tipo de ameaça. É sempre oportuno que um computador conectado à internet seja protegido através de um software antispyware de um firewall e de um antivírus.


Keylogger de captura de imagem de tela
O key logger também é um programa utilizado muito por empresas para monitorar o que seus funcionários fazem em sua máquina, porém em muitos casos as pessoas utilizam o programa de forma mal-intencionada.
Os programas do tipo key logger também podem ser usados de maneira não fraudulenta, por exemplo quando um usuário instala o key logger em seu próprio computador particular e tem o hábito de digitar textos compridos, como livros, teses e dissertações. Caso haja perda de energia elétrica, ao se reiniciar o computador, o usuário tem a oportunidade de recuperar todas as teclas digitadas até quase o exato momento em que o seu computador foi desligado repentinamente. Alguns programas key loggers editam e salvam o LOG de dados a cada tecla digitada, o que aos olhos mais aguçados, pode ser percebida uma lentidão de até um décimo de segundo no intervalo entre duas teclas. Alguns outros programas key loggers ativam o acesso e o salvamento do arquivo LOG a cada pacote de dez ou vinte teclas digitadas. Há programas key loggers que podem ter o pacote de teclas configurado. Portanto vários destes programas são boas alternativas se comparados ao salvamento automático de editores de textos. Estes salvamentos automáticos normalmente são configurados para cada cinco minutos, quando o usuário já digitou algumas centenas de teclas, ou no mínimo um minuto, quando o usuário já digitou dezenas de teclas.
Ao se usar um computador público, é possível notar alguns sintomas de que este computador possui um key logger instalado. Durante a digitação de textos, em intervalos regulares percebe-se uma piscada quase instantânea do cursor do mouse, ou até mesmo da tela inteira, acusando o momento em que o arquivo LOG sofreu um salvamento. Em máquinas com processadores de alta velocidade, estes sintomas são menos perceptíveis.
Muitas vezes com a finalidade de capturar senhas, números de cartões de crédito e afins, os keyloggers registram todo o movimento do teclado. São programas de computador capazes de monitorar, armazenar e enviar todas as teclas digitadas pela vítima para um cracker. Atualmente, os keyloggers são incorporados em outros códigos maliciosos como trojans, para o roubo de logins ou dados bancários. 

Geralmente executados em background (segundo plano), não requerem interação direta do usuário para ser executado.  

Trojan

Um cavalo de Troia é um Malware (programa malicioso) que age como a história do Cavalo de Troia, entrando no computador e criando uma porta para uma possível invasão e é fácil de ser enviado, é só clicar no ID do computador e enviar para qualquer outro computador.
Conhecidos por normalmente responder pelo primeiro estágio de infecção de dispositivos digitais, têm como objetivo manterem-se ocultos, enquanto baixam e instalam ameaças mais robustas em computadores e laptops. Podem vir em arquivos de música, mensagens de e-mail, escondidos em downloads e sites maliciosos, que se aproveitam de vulnerabilidades do navegador utilizado para instalar a praga no computador. Datam do início da Internet e mantêm-se invisíveis para executar delitos, enquanto a vítima realiza suas atividades cotidianas.
Surgimento e características
O cavalo de Troia é um programa que tem um pacote de vírus que é usado geralmente para obter informações ou executar instruções em um determinado computador.
O conceito nasceu de um simples programa que se faziam passar por esquemas de autenticação, em que o utilizador era obrigado a inserir as passwords, pensando que estas operações eram legítimas. Por exemplo, na autenticação de umashell, poderia ser um simples programa numa conta já aberta, e o utilizador que chegasse seria forçado a introduzir a suapassword. O cavalo de Troia iria então guardar a password e mascarar a conta (que seria do dono do cavalo de Troia) para que parecesse legítima (a conta da vítima). Entretanto, o conceito evoluiu para programas mais completos.
Os cavalos de Troia atuais são disfarçados de programas legítimos, embora, diferentemente de vírus ou de worms, não criam réplicas de si mesmo (e esse é o motivo pelo qual o cavalo de Troia não é considerado um vírus). São instalados diretamente no computador. De fato, alguns cavalos de Troia são programados para se autodestruir com um comando do cliente ou depois de um determinado tempo.
Os cavalos de Troia ficaram famosos na Internet pela sua facilidade de uso, fazendo qualquer pessoa possuir o controle de um outro computador apenas com o envio de um arquivo. Por isso têm fama de ser considerados "ferramentas de script kid".

Vírus que pode assaltar banco

Os códigos maliciosos mais comuns da internet brasileira são os “bankers” – pragas digitais que roubam principalmente as senhas de acesso aos serviços de internet banking. A palavra “banker” é uma variação dos termos “cracker” e “hacker”: assim como o “phreaker” é especializado no sistema telefônico e o “carder” em cartões de crédito, o “banker” se especializa em bancos. Como funciona o ataque de um “banker”, da infecção do sistema até o roubo das informações bancárias? Esse é o assunto da coluna Segurança para o PC de hoje.

Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados, etc), vá até o fim da reportagem e utilize a seção de comentários. A coluna responde perguntas deixadas por leitores todas as quartas-feiras. 
Disseminação
A maioria dos bankers pode ser considerada um “cavalo de troia”, ou seja, eles não se espalham sozinhos. Quem dissemina a praga é o próprio criador do vírus e, uma vez instalado no sistema da vítima, o código malicioso tentará apenas roubar as credenciais de acesso e não irá se espalhar para outros sistemas. Existem exceções: alguns desses vírus conseguem se espalhar por Orkut e MSN, por exemplo.

Mesmo que o vírus consiga se espalhar sozinho, ele precisa começar em algum lugar. Tudo geralmente começa em um e-mail, como a coluna mostrou anteriormente.

Leia mais:

Depois de abrir o e-mail infectado, internauta será convidado a baixar o vírus. (Foto: Reprodução )

O vírus acima será chamado de “banker telegrama” por causa da isca utilizada pelos fraudadores. Essa tela de confirmação de download aparece assim que o internauta tenta acessar o link oferecido no e-mail malicioso. Nesse caso, o e-mail diz ser um telegrama. É possível verificar que o endereço do site não tem nenhuma relação com “telegrama”, mas o nome do arquivo, sim.

Os criminosos também podem invadir algum site conhecido para infectar os visitantes. Isso já aconteceu com o site das operadoras Vivo e Oi e com o time de futebol São Paulo FC.

Neste final de semana, foi a vez do site da fabricante de bebidas AmBev sofrer um ataque. Quem visitou o site correu o risco de ver a mensagem na foto abaixo e, se clicasse em run, ser infectado. Essa praga será referida mais adiante como “banker applet” devido à técnica de contaminação usada – a janela intitulada “Security Warning” (“Aviso de Segurança”) pede a confirmação da execução de do que se chama de “applet”no jargão técnico, mas que é na verdade um programa quase normal. “Run” significa “rodar”ou “executar”. Ao dar um único clique em “run”, o internauta está efetivamente executando um software no PC que, nesse caso, é um vírus.

Procurada pelo G1, a empresa se pronunciou via assessoria de imprensa. “A AmBev informa que a segurança de seus sites e servidores é constantemente monitorada e reforçada. Tão logo detectamos a ocorrência tomamos as medidas necessárias para solucioná-la, sem quaisquer outros desdobramentos." 

Extensões de arquivos perigosos

A palavra extensões é extremamente frequente no vocabulário de quem usa um computador. Mas nem todos conhecem seu conceito. A definição de extensão pode ser simplificada. Já reparou que todo arquivo de computador tem o nome complementado com três letras? Essas três letras indicam a extensão do arquivo, também conhecida pelo termo formato.
Por sua vez, a extensão é um indicativo da finalidade de um arquivo e de quais programas podem ser utilizados juntamente com ele. Exemplo mais comum hoje em dia pode ser a extensão MP3. Ela indica arquivos de áudio que devem ser executados em tocadores compatíveis.
Definição técnica
Um formato de arquivo, tecnicamente definindo, é a maneira específica com a qual as informações nele contidas foram codificadas. Uma vez que qualquer fonte de armazenamento em um computador pode somente armazenar bits, o computador precisa de uma maneira de converter a informação para dígitos binários (0 e 1).
Para saber mais sobre extensões de arquivos e conhecer as principais delas, clique aqui para ler este outro artigo.
Onde está o perigo?
O que acontece com muita frequência é o uso de extensões vitais para um computador para a criação e propagação de vírus. Neste sentido, algumas extensões merecem atenção:
CMD – é a abreviação para command (comando, em inglês). Neste sentido, trata-se de uma “ordem” para um programa ou componente de um sistema executar uma tarefa específica.
BAT – este é um arquivo de texto com uma sequência de comandos, escritos linha por linha. É um conjunto de instruções utilizado para executar várias instruções de uma só vez.
SCR – extensão para proteções de tela.
EXE – arquivos executáveis que não precisam de nenhum software para ativá-los, eles são autoexecutáveis.
VBS – sigla para Visual Basic Script (script para Visual Basic), é uma linguagem que acessa elementos de ambientes que utilizam a linguagem.
WS – sigla para Web Service, trata-se de uma interface que pode ser acessada pela internet e executada em um sistema remoto.
Devido à estrutura desses formatos e à maneira como eles acessam um sistema, eles são largamente utilizados para a propagação de vírus. As extensões CMD e BAT são extremamente perigosas porque podem executar tarefas que deixam um computador à mercê de um malfeitor pronto para roubar informações preciosas da vítima.
Já a extensão SCR não tem o mesmo tipo de acesso, mas é extremamente eficiente porque o usuário pensa que se trata de um simples protetor de tela. Ao acessar o arquivo, o problema surge. A extensão EXE, por sua vez, é notadamente uma fonte perigosa, mas mesmo assim muitos usuários não prestam atenção onde estão clicando.
As extensões VBS e WS são pouco utilizadas, uma vez que muitos clientes de email bloqueiam automaticamente este tipo de conteúdo. No entanto, elas também causam grandes estragos quando acionadas. Em menor escala – muito menor, diga-se de passagem –, extensões do Office (DOC, XLS, MDB e PPT por exemplo) também são utilizadas. No geral elas carregam vírus simples e não muito perigosos.
Logo, ao receber um email com um arquivo deste tipo, pense duas, três, 100 vezes antes de abri-lo. Mesmo que o remetente seja conhecido, ele também pode ter sido vítima de um código malicioso. Isso porque muitos vírus são programados para se espalhar através de uma pessoa infectada. O vírus é capaz de acessar os contatos de um email, por exemplo, e enviar a mensagem maliciosa para todos eles. Logo, mesmo que você conheça o remetente, não confie cegamente.
Outro motivo para não confiar nem mesmo em conhecidos são oscomunicadores instantâneos (messengers). Um contato infectado pode enviar arquivos e links maliciosos sem que a vítima perceba. Uma dica é você avisar imediatamente um contato conhecido que lhe enviou um link suspeito, pois muitos deles podem nem ter consciência que estão infectados.
Além de emails, eles também utilizam phishings (páginas falsas que se assemelham às de instituições de confiança para enganar os usuários). Neste caso, o perigo é ainda maior, pois basta ser direcionado à página maliciosa para acessar o vírus. Clique aqui para saber mais sobre este tipo de fraude.
Dicas para sua segurança
1º Antivírus e outros componentes de segurança
A primeira regra para um usuário de computador nos dias de hoje é instalar um antivírus e mantê-lo sempre atualizado, executando scans periódicos por todo o computador. Para complementar essa proteção, tenha também programas de segurança específicos, como antispyware, firewall e outros.
2º Desconfie quase sempre
Isso não significa ser paranoico, mas prudência é fundamental. Preste atenção a arquivos anexos em mensagens de email. Veja se o texto da mensagem não está muito generalizado, com a cara de que foi enviado para muitas pessoas "roboticamente". Se for o caso, responda ao remetente para conversar sobre a procedência de um arquivo.
Tenha muito cuidado também com links enviados. Antes de clicar neles, experimente posicionar o cursor do mouse sobre eles SEM clicar. Olhe para o canto esquerdo inferior do navegador, este é o endereço real do link. Caso ele seja suspeito ou diferente do link enviado, tenha cuidado. O que acontece, nesses casos, é o uso de uma máscara.
Um código malicioso é capaz de enviar um link como http://www.baixaki.com.br, que é de confiança. Porém, esta pode ser apenas uma máscara que camufla o endereço real do link.
3 º Phishings
Phishings são sites “clones” de sites de empresas de confiança. Muitos bancos, por exemplo, já tiveram sites clonados. São cópias idênticas aos originais que dificilmente são identificados visualmente como fraudes. Ao acessar sites de bancos ou outros sites nos quais é preciso fornecer informações pessoais, preste atenção nas indicações do seu navegador. Símbolos como um cadeado destacado ou uma barra de endereços com a coloração verde (no Internet Explorer), indicam a autenticidade da página.
Preste também atenção ao endereço acessado. Qualquer expressão fora do normal pode indicar uma fraude. A dica do cursor do mouse também vale aqui.
4º Atenção com as extensões
Em muitos casos, o Windows não exibe a extensão de um arquivo após o nome. Logo, um malfeitor que espalhar um arquivo com o nome“documento.txt.exe” poderá ter sucesso, uma vez as três últimas letras podem estar ocultas.
Para sempre visualizar as extensões dos arquivos, acesse o Windows Explorer ou o Meu Computador. Acesse o menu "Ferramentas" e clique em "Opções de Pasta". Clique na aba "Modos de Exibição". Desmarque o item “Ocultar as extensões dos tipos de arquivos conhecidos".
5º Não seja um gatilho
Lembre-se do princípio básico de arquivos maliciosos: eles precisam de um gatilho, que geralmente é um usuário descuidado. Infelizmente, navegar pela internet atualmente é como andar em um campo minado. O cuidado com tudo que circula muitas vezes é exagerado, mas se faz necessário diante de tantas ameaças por aí.


O que é SPAM

O termo spam pode significar Sending and Posting Advertisement in Mass, ou "enviar e postar publicidade em massa", ou também: StupidPointless Annoying Messages que significa mensagem rídicula, sem propósito, e irritante. No entanto, existem diversas versões a respeito da origem da palavra spam. A versão mais aceita, e endossada pelaRFC 2635, afirma que o termo originou-se da marca SPAM, um tipo de carne suína enlatada da Hormel Foods Corporation, e foi associado ao envio de mensagens não-solicitadas devido a um quadro do grupo de humoristas ingleses Monty Python.

Na sua forma mais popular, um spam consiste numa mensagem de correio eletrônico com fins publicitários. O termo spam, no entanto, pode ser aplicado a mensagens enviadas por outros meios e em outras situações até modestas. Geralmente os spams têmcaráter apelativo e na maioria das vezes são incômodos e inconvenientes.

Os vírus de pc mais famosos

Vírus digitais são quase tão velhos quanto os próprios computadores. Atualmente, milhões e milhões deles se espalham pela internet, cada um com sua característica peculiar. Mas enquanto a maioria passa despercebida, alguns conseguem chamar a atenção em sua época por serem especialmente devastadores, perigosos ou simplesmente engraçados.
Por isso, o pessoal do Gizmodo fez uma lista com alguns dos mais famosos vírus de seu tempo. Junto deles, há também uma imagem do próprio código que gerou o programa malicioso – apenas recomendamos que você não tente reproduzi-los em sua máquina.
Jerusalem (1987)
(Fonte da imagem: Reprodução/Gizmodo)
Um dos primeiros vírus realmente devastadores para MS-DOS, o Jerusalem estava programado para deletar todos os arquivos de programas no disco-rígido do computador infectado em uma sexta-feira 13 – motivo pelo qual ganhou o apelido “Friday 13th” – em nome de “AL AH” (percebe a piadinha aí?). Uma vez que ele se espalhou por diversos países, universidades, instituições e companhias importantes, você deve imaginar o estrago que causou.
Morris (1988)
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http://ibxk.com.br/2013/7/materias/5148306525133126.jpg?w=1040(Fonte da imagem: Reprodução/Gizmodo)
O primeiro worm de internet foi resultado de uma pequena falha de código, que acidentalmente espalhou milhões de cópias de si mesmo para mais de 6 mil computadores pelo mundo – incluindo até mesmo alguns aparelhos da NASA. O vírus paralisou diversas redes, resultando em quase 100 milhões de dólares em prejuízos.
Chernobyl (1998)
Um dos vírus mais famosos da história, o Chernobyl causava estragos enormes e permanentes no PC infectado. Isso porque além de apagar os dados da máquina por completo, o software reescrevia a BIOS da máquina para poder se manter dentro do computador – assim, o programa voltava a infernizar você mesmo após formatar o sistema.
I Love You/Lovebug/Loveletter Virus (2000)
http://ibxk.com.br/2013/7/materias/5148306525133249.jpg?w=1040(Fonte da imagem: Reprodução/Gizmodo)
Disfarçado de uma carta de amor eletrônica (o que conferiu a ele os diversos apelidos acima), o Lovebug mandava um email com o título “EUAMOVOCÊ”, pedindo que você abrisse o arquivo anexo LOVE-LETTER-FOR-YOU.TXT.vbs para ver uma declaração de amor. Abrindo-o, o programa deletava todas as imagens JPEG ou JPG em seu PC.
The Code Red Worm (2001)
http://ibxk.com.br/2013/7/materias/514830652513336.jpg?w=1040(Fonte da imagem: Reprodução/Gizmodo)
Causando um prejuízo estimado em 2 bilhões de dólares, o vírus infectou dezenas de milhares de servidores rodando o Windows NT e Windows 2000. Quando ativado, o programa fazia com que as páginas daqueles servidores exibissem o aviso “Haqueado por chineses!” no lugar do conteúdo normal.
Conficker (2008)
http://ibxk.com.br/2013/7/materias/5148306525133335.jpg?w=1040(Fonte da imagem: Reprodução/Gizmodo)
O nome do vírus já diz tudo: uma junção dos termos “Configuration” (“Configuração”) e “Ficker” (um termo chulo para “Ferrar”, em alemão), o Conficker bagunçava todas as configurações de um computador infectado.
Stuxnet (2009-2010)
http://ibxk.com.br/2013/7/materias/5148306525133349.jpg?w=1040(Fonte da imagem: Reprodução/Gizmodo)
O Stuxnet é um vírus famoso da atualidade, e já teve seu espaço em outras matérias do Tecmundo. O programa foi originalmente projetado pelos governos norte-americano e israelense como um superworm que atacaria os sistemas de instalações nucleares iranianas. No entanto, é claro que alguém tinha que cometer o erro de espalhá-lo acidentalmente além de seus alvos.
.....
É claro que esses são apenas alguns deles. Que outros malwares famosos você conhece? Deixe sua contribuição nos comentários.
FONTE(S)


O que é virus de pc

um vírus de computador é um software malicioso que vem sendo desenvolvido por programadores que, tal como um vírus biológico, infecta o sistema, faz cópias de si mesmo e tenta se espalhar para outros computadores, utilizando-se de diversos meios.
A maioria das contaminações ocorre pela ação do usuário, executando o arquivo infectado recebido como um anexo de um e-mail. A contaminação também pode ocorrer por meio de arquivos infectados em pen drives,CDs e outros. A segunda causa de contaminação é por Sistema Operacional desatualizado, sem correções de segurança, que poderiam corrigir vulnerabilidades conhecidas dos sistemas operacionais ou aplicativos, que poderiam causar o recebimento e execução do vírus inadvertidamente. Ainda existem alguns tipos de vírus que permanecem ocultos em determinadas horas, entrando em execução em horas especificas.
Também pode-se ser infectado por um vírus através de sites contaminados.


História do vírus

Evolução da quantidade de vírus informático ao longo dos anos.
Em 1983, Len Eidelmen demonstrou em um seminário sobre segurança computacional, um programa auto-replicante em um sistema VAX11/750. Este conseguia instalar-se em vários locais do sistema. Um ano depois, na 7th Anual InformationSecurity Conference, o termo vírus de computador foi definido como um programa que infecta outros programas, modificando-os para que seja possível instalar cópias de si mesmo. O primeiro vírus para PC nasceu em 1986 e chamava-se Brain, era da classe dos Vírus de Boot, ou seja, danificava o sector de inicialização do disco rígido. A sua forma de propagação era através de um disquete contaminado. Apesar do Brain ser considerado o primeiro vírus conhecido, o título de primeiro código malicioso pertence ao Elk Cloner, escrito por Rich Skrenta.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Assasin`s Creed :A Cruzada Secreta

Assassin's Creed: A Cruzada Secreta é um romance de ficção histórica de 2011, escrito por Oliver Bowden, baseada no universo de Assassin's Creed.O livro é uma prequela à Assassin's Creed: Irmandade, retratando a vida de Altaïr Ibn-La'Ahad, protagonista do primeiro jogo da série.
mostra com altair Ibn-La'Ahad perdeu sua honrra e como ele recupera e o mestre dele fica louco pela a maça do édem

Fazinova

fazinova é um progama de cursos online e é bem divertido.

Quem é Bel Pesce?

Bel Pesce é empreendedora e fundadora da FazINOVA. Nascida e criada em São Paulo, Bel estudou no Massachusetts Institute of Technology (MIT). Durante a faculdade, trabalhou na Microsoft, Google e Deutsche Bank, e terminou vários cursos: Engenharia Elétrica, Ciências da Computação, Administração, Economia e Matemática, além de fazer programas em Liderança e Inovação.
Sua companhia atual, FazINOVA, oferece conteúdo para que você descubra e desenvolva seus talentos. Bel também é sócia da Lemon Wallet, a sua carteira em versão digital. Antes disso, ela gerenciou três times de engenheiros na Ooyala, a plataforma de vídeo online líder em monetização e relatórios de analítica.
Bel é autora do livro digital gratuito sobre como o empreendedorismo pode mudar vidas: “A Menina do Vale”, que passou a marca de 1 milhão de downloads em menos de 3 meses após seu lançamento. A versão impressa do livro, publicada em Agosto de 2012, entrou rapidamente para a lista de bestsellers do país. Seu segundo livro, Procuram-se Super-Heróis, também é um bestseller.
Em 2012, Bel foi nomeada “Jovem empreendedora do ano” pelo Prêmio Jovem Brasil, foi listada como uma das “100 pessoas mais influentes do Brasil” pela revista Época e seu livro foi votado “Melhor livro do ano” pela Arata Academy.

Faixa De Gaza

A população da Faixa de Gaza é de cerca de 1,7 milhão de pessoas.Apesar da maior parte da população ter nascido na Faixa de Gaza, uma grande porcentagem se identifica como refugiadospalestinos que fugiram para Gaza durante o êxodo palestino que ocorreu após a Guerra árabe-israelense de 1948. A população é predominantemente muçulmana sunita. Com uma taxa de crescimento anual de cerca de 3,2%, a Faixa de Gaza tem a sétima maior taxa de crescimento demográfico do mundo,além de ser um dos territórios mais densamente povoados do planeta. A área sofre uma escassez crônica de água e praticamente não tem indústrias.A infraestrutura é precária, e quase nada foi refeito após osbombardeios israelenses de 2008-2009.A designação Faixa de Gaza deriva do nome da sua principal cidade, Gaza, cuja existência remonta à Antiguidade.
A Faixa de Gaza adquiriu suas fronteiras atuais com o fim dos combates da guerra de 1948, confirmado pelo Acordo de Armistício entre Israel e Egito em 24 de fevereiro de 1949. O Artigo V do Acordo declarou que a linha de demarcação não era para se tornar uma fronteira internacional. Primeiramente, a Faixa de Gaza foi oficialmente administrada por um governo completamente palestinoestabelecido pela Liga Árabe em setembro de 1948. A partir da dissolução desse governo em 1959, a Faixa de Gaza tornou-se uma área diretamente administrada por um governador militar egípcio até 1967.
Israel anexou e ocupou a Faixa de Gaza durante a Guerra dos Seis Dias, em 1967. Em conformidade com os Acordos de Oslo, assinados em 1993, a Autoridade Palestina se tornou o órgão administrativo que governa os centros populacionais palestinos. Israel manteve o controle do espaço aéreo, das águas territoriais e das fronteiras, além da fronteira com o Egito. O governo israelenseunilateralmente desocupou Gaza em 2005.11 Desde julho de 2007, depois das eleições parlamentares na Palestina em 2006 e da Batalha de Gaza, o Hamas tem controlado de facto a administração da área.
Uma escalada de violência israelense ocorreu após a morte de três adolescentesisraelenses na Cisjordânia no final de junho de 2014. Como “vingança”, um jovem palestinofoi queimado vivo e assassinado em Jerusalém. Logo após a descoberta dos corpos
dos três jovens, Israel iniciou uma ofensiva contra o Hamas . Aviões de guerra passaram a bombardear Gaza destruindo casas e instituições e foram realizadas execuções extrajudiciais. Os ataques israelenses causaram a morte de 600 palestinos — entre eles 147 crianças e 74 mulheres —, 74% dos quais eram civis. Também 27 soldados e dois civis israelenses morreram durante estes ataques.
Em 23 de julho de 2014, a alta comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos,Navi Pillay, denunciou que os ataques do Exército israelense contra Gaza poderiam constituir crimes de guerra. "Os exemplos que acabo de mencionar [ataques israelenses contra civis indefesos] mostram que a lei humanitária internacional foi violada até um alcance que poderiam constituir crimes de guerra", afirmou. Navi falou perante o Conselho de Direitos Humanos da ONU, que na mesma data realizou uma sessão especial sobre a incursão israelense. Navi destacou que civis e suas casas não devem ser alvos militares, argumento que já havia sido usado pela ONG humanitária Human Rights Watch, e qualificou como "inaceitável" o lançamento de foguetes de áreas densamente povoadas, como presumivelmente faz o grupo islamita Hamas, "no entanto, a lei internacional é clara: as ações de uma parte não absolvem à outra de sua responsabilidade de respeitar suas obrigações sob a lei internacional". A alta comissária fez um especial alerta sobre a morte de crianças nestes ataques. Navy reiterou a todas as partes do conflito "Israel, Hamas e outros grupos armados palestinos" que apliquem a lei internacional e deixem de ter como alvo os civis. Ela lembrou que desde 12 de junho Israel deteve mais de 1.200 palestinos na Cisjordânia e Jerusalém Oriental, e que muitos deles foram postos em detenção administrativa, ou seja, estão presos sem qualquer acusação. "Na Cisjordânia, Israel continua expandindo assentamentos, demolindo casas palestinas, usando excessivamente a força, abusando de forma contínua e violando constantemente os direitos humanos da população", informou a alta representante.